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Revista Saúde é Vital


Estilo: Revista
Gênero: Saúde
Edição: Agosto
Tamanho: 20 Mb
Formato: Rar / Pdf
Idioma: Português

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Pacto contra a mortalidade infantil

Pacto pela redução da mortalidade infantil nordeste-amazônia legal

O Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil Nordeste-Amazônia Legal faz parte do Compromisso para Acelerar a Redução das Desigualdades na Região Nordeste e Amazônia Legal. Conheça o Compromisso.
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MS anuncia novas recomendações para conter a gripe
http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/imagens/manchete_03050910.jpg
Mudanças visam a garantir atendimento ágil a pacientes com quadros mais graves. Casos leves, que são 99,6% do total, devem procurar postos de saúde

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira (3) novas recomendações a serem seguidas pelos profissionais de saúde e pela população em relação à Influenza A (H1N1). As mudanças têm como objetivo principal garantir atendimento ágil a pacientes com quadro grave nos hospitais de referência e evitar óbitos.

Com o crescimento do número de casos no Brasil, nas últimas semanas, alguns Estados já observam dificuldade de atendimento nesses hospitais devido à alta procura de pessoas com sintomas leves e, muitas vezes, com infecção por outros vírus. Esses casos, que não apresentem complicações, devem buscar um médico de confiança ou um posto de saúde, onde serão orientados, conforme já ocorre com aqueles que têm gripe comum. Os cerca de 68 hospitais de referência que a rede pública possui em todos os Estados do país estão preparados para atender e tratar casos graves.

O ministro voltou a lembrar que 99,6% das pessoas que contraem a nova gripe têm quadro leve e se recuperam rapidamente. A taxa de letalidade dessa doença hoje, no mundo, é de 0,4% — a mesma da gripe sazonal. Ele ressaltou que, até o momento, não há evidências de circulação do vírus no país, uma vez que todos os casos foram infectados no exterior ou de pessoas próximas a elas.

Outra mudança anunciada nesta sexta-feira é que, a partir de agora, só serão submetidas a exames laboratoriais para diagnóstico da H1N1 pessoas vulneráveis e casos graves. Também serão testadas amostras em casos de surtos localizados.

Antes da alteração do protocolo, todos os casos suspeitos eram testados em laboratório. Para se ter uma idéia, nesses dois meses desde o início da gripe, cerca de 70% a 75% das amostras coletadas em dois laboratórios de testagem para o vírus — o da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro e o Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo — têm resultado negativo para a nova gripe.

Confiram as novas recomendações:
- Ao sentir sintomas de gripe, deve-se procurar o serviço de saúde mais próximo, como já ocorre com o Influenza sazonal.
- Se os sintomas forem leves, o médico fará as recomendações necessárias para isolamento domiciliar, período de afastamento de trabalho e vai prescrever o tratamento dos sintomas. Nesses casos, não será necessário confirmação por exame laboratorial.
- Se o quadro clínico inspirar cuidados ou for grave, indicando necessidade de internação, o paciente será encaminhado para um dos 68 hospitais de referência.
- A confirmação por exame laboratorial se dará apenas em pessoas vulneráveis, casos graves ou em amostras (no caso de surtos localizados).
- Para promover o uso racional do antiviral e evitar possível resistência ao medicamento, ele será administrado somente aos pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas ou às pessoas que têm maior risco de apresentar quadro clínico grave, de acordo com avaliação médica. Alguns países, como a Dinamarca, Japão e Hong Kong já demonstraram resistência aos medicamentos. Isso é mais uma prova de que o uso desnecessário e a automedicação podem gerar resistência ao vírus.
- Todas as estratégias de vigilância realizadas nas fronteiras continuam e se mantém nos portos, estradas e aeroportos.

AUMENTO ESPERADO - Com o inverno no Hemisfério Sul, que prossegue até setembro, continuam as baixas temperaturas que favorecem a circulação dos diversos tipos de vírus Influenza, incluindo o H1N1. Ou seja, é esperado um aumento do número de casos da nova gripe, como já ocorre com a gripe comum.
“Uma coisa é uma avaliação teórica por meio da qual uma doença se dissemina. Outra é a avaliação prática de como o vírus age. O Ministério tem avaliado permanentemente esses cenários e trabalhado com todas as possibilidades de mudanças. Estamos nos antecipando constantemente”, analisou Temporão.

HISTÓRICO – No dia 24 de abril, a OMS emitiu um alerta sobre a ocorrência de nova gripe iniciada no México e transmitida de suínos para humanos. Nesse primeiro momento, o cenário mundial era de desconhecimento sobre o comportamento do vírus e percepção de que seria altamente agressivo. O desafio era o de retardar a entrada do vírus no país e preparar a rede de hospitais de referência para atendimento. Nos protocolos seguintes, a vigilância fez monitoramento de casos suspeitos e seus contatos, bem como os contatos dos casos confirmados. Recomendava-se internação e tratamento para todos os casos suspeitos e confirmados, sem recomendações de restrição a viagens.

Em um segundo momento, foram registrados os primeiros casos no Brasil, mas com transmissão limitada. Houve um avanço da doença, com a ampliação de países com transmissão sustentada. Entretanto, o vírus se mostrou menos agressivo e a letalidade começou a cair. O Ministério da Saúde priorizou conter a entrada e a disseminação do vírus no país e adequar a rede de assistência.

No dia 26 de junho, o Ministério da Saúde realizou alterações no protocolo: a internação passou a ser recomendada apenas para casos suspeitos ou confirmados que pertençam aos grupos de risco para agravamento da doença – os casos suspeitos, com sintomas, mas que não pertencem a grupo de risco devem ficar em isolamento domiciliar. Também foi mantida a recomendação de medicar todos os casos suspeitos e confirmados.

No terceiro momento, a OMS elevou o nível de alerta de 5 para 6 e declarou, com isso, pandemia mundial. Nesse cenário, o vírus já havia se espalhado por mais de cem países. Houve aumento no número de países com transmissão sustentada, inclusive na América Latina.

No Brasil, os casos cresceram expressivamente, embora não haja, até o momento, evidência de transmissão sustentada. A letalidade do vírus se demonstrou semelhante à de uma gripe comum. Os principais desafios passaram a ser: a contenção da transmissão do vírus no país; a adequação da rede de assistência para proteger casos mais graves e evitando que o vírus se torne resistente com o aumento de pessoas usando desnecessariamente o medicamento.

Ouça o pronunciamento do ministro na coletiva de sexta-feira

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Alimentação saudável
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/jpg/ilus0812_alimensauda.jpg
Uma boa alimentação é sinônimo de uma vida saudável. Por ser um fator ligado diretamente à saúde das pessoas, o Ministério da Saúde tem o compromisso de zelar pela alimentação dos brasileiros e, para isso, é responsável pela Política Nacional de Alimentação e Nutrição.
Os propósitos da política são:
:: Garantir a qualidade dos alimentos colocados para o consumo no País.
:: Promover práticas alimentares saudáveis.
:: Prevenir e controlar os distúrbios nutricionais.

Conheça o site da Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde e obtenha detalhe s sobre o assunto!



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A Caderneta de Saúde do Adolescente é um importante instrumento de cidadania para os adolescentes.

Fruto de um trabalho realizado pelo Ministério da Saúde, através da área Técnica de Saúde do Adolescente e do Jovem, reúne informações sobre como evitar doenças, sobre mudanças no corpo, além de orientações sobre saúde sexual e saúde reprodutiva, saúde bucal e alimentação.

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Conhecer melhor a saúde de adolescentes e jovens?
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Jovem e Adolescente

http://189.28.128.102/portal/arquivos/jpg/ilus0912_aolejovens.jpgNeste espaço do meu blog, você encontra informações voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde de jovens e adolescentes. Entre os dados disponíveis, destacam-se aqueles sobre crescimento e desenvolvimento; saúde sexual e reprodutiva; e redução da mortalidade por violência e acidentes.

Também estão disponíveis publicações e ações do Ministério da Saúde, com informações voltadas para este público, e links de acesso a instituições parceiras na elaboração de atividades que visam a atenção integral à saúde dos jovens.

Com a população bem informada, é possível reduzir a incidência de doenças, melhorar a vigilância à saúde e contribuir, assim, para a melhoria da qualidade de vida dos 54 milhões de cidadãos brasileiros com idades entre 10 e 24 anos.



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Sáude do trabalhador
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/jpg/ilus0912_saudtrabalhad.jpg
Em vigor desde 2004, a Política Nacional de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde visa à redução dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, mediante a execução de ações de promoção, reabilitação e vigilância na área de saúde.

Suas diretrizes, descritas na Portaria nº 1.125 de 6 de julho de 2005, compreendem a atenção integral à saúde, a articulação intra e intersetorial, a estruturação da rede de informações em Saúde do Trabalhador, o apoio a estudos e pesquisas, a capacitação de recursos humanos e a participação da comunidade na gestão dessas ações.

A Renast é uma das estratégias para a garantia da atenção integral à saúde dos trabalhadores. Ela é composta por Centros Estaduais e Regionais de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) - ao todo, até setembro de 2008, 173 unidades espalhadas por todo o País - e por uma rede de 500 serviços sentinela de média e alta complexidade capaz de diagnosticar os agravos à saúde que têm relação com o trabalho e de registrá-los no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN-NET).

Os Cerest recebem recursos financeiros do Fundo Nacional da Saúde, de R$ 30 mil para serviços regionais e R$ 40 mil para as unidades estaduais, para realizar ações de prevenção, promoção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e vigilância em saúde dos trabalhadores urbanos e rurais, independentemente do vínculo empregatício e do tipo de inserção no mercado de trabalho.

Além disso, em esfera interinstitucional, o Ministério da Saúde desenvolve uma política de ação integrada com os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, a Política Nacional sobre Saúde e Segurança do Trabalho (PNSST), cujas diretrizes compreendem:
I - Ampliação das ações, visando a inclusão de todos os trabalhadores brasileiros no sistema de promoção e proteção da saúde;
II - Harmonização das normas e articulação das ações de promoção, proteção e reparação da saúde do trabalhador;
III - Precedência das ações de prevenção sobre as de reparação;
IV - Estruturação de rede integrada de informações em Saúde do Trabalhador;
V - Reestruturação da formação em Saúde do Trabalhador e em segurança no trabalho e incentivo à capacitação e à educação continuada dos trabalhadores responsáveis pela operacionalização da política;
VI - Promoção de agenda integrada de estudos e pesquisas em segurança e Saúde do Trabalhador.